O QUE É FITOTERAPIA?

 

O termo fitoterapia tem origem grega, no qual fito (phyto) significa “vegetal” e terapia (therapeia) quer dizer “tratamento”. A fitoterapia é a utilização das plantas para tratamento de doenças e recuperação da saúde.

Fitoterapia é considerada uma especialidade médica, que é tratada na área da medicina alopática, ao contrário da homeopatia e da acupuntura, que são terapias alternativas. Porém, hoje já é vista não só como alternativa, mas sim uma ferramenta que serve como complemento para a promoção da saúde.
 
Fitoterápico, de acordo com a legislação sanitária brasileira, é o medicamento obtido empregando-se exclusivamente matérias-primas ativas vegetais, cuja eficácia e segurança são validadas por meio de levantamentos etnofarmacológicos, de utilização, documentações tecnocientíficas ou evidências clínicas. É caracterizado pelo conhecimento da eficácia e dos riscos de uso, assim como pela reprodutibilidade e constância de sua qualidade. (Anvisa, RDC nº 14, de 31 de março de 2010).

É importante frisar que não se considera medicamento fitoterápico aquele que inclui na sua composição substâncias ativas isoladas, sintéticas ou naturais, nem as associações dessas com extratos vegetais. (Anvisa, RDC nº 14, de 31 de março de 2010). Segundo estudos realizados pela Organização Mundial da Saúde (OMS), aproximadamente 80% da população de países em desenvolvimento utiliza-se de práticas tradicionais na atenção primária à saúde e, desse total, 85% fazem uso de plantas medicinais (Carvalho, 2007). Com base nesses fatos, o estudo de plantas medicinais como fonte de medicamentos é advogado pela OMS como parte do seu programa “Saúde Para Todos”. Após décadas de esquecimento, as plantas medicinais e fitoterápicos retornam de um modo bastante amplo, por estarem alicerçadas em aspectos sociais e econômicos, como custo elevado de pesquisas que envolvem desenvolvimento de medicamentos sintéticos, além da dependência de matéria-prima farmacêutica e problemas relacionados as patentes.

Nos últimos tempos, multiplicaram-se na imprensa as informações sobre as vantagens das plantas medicinais e fitoterápicos, aflorando ainda, em grande número, as casas comerciais e farmácias especializadas em ervas. Paralelamente, foi ocorrendo uma substituição de medicamentos sintéticos por medicamentos fitoterápicos e produtos de origem natural, em todo o mundo. Em países como o Brasil, esses aspectos revestem-se de singular importância por vários motivos. Um deles é a riqueza de nossa flora, com mais
de 100.000 espécies, onde apenas 8% das espécies vegetais foram estudadas em busca de compostos bioativos (Simões, 2003).

Importante destacar que o uso de plantas medicinais não dispensa o acompanhamento médico no tratamento das doenças.

 Atualmente, 12 medicamentos fitoterápicos, aqueles feitos à base de plantas medicinais, são oferecidos pela rede pública em 14 estados. Entre eles, estão a Aloe vera (Babosa) para o tratamento de psoríase e queimaduras, o Salix Alba (Salgueiro) contra dores lombares e a Rhamnus purshiana (Cáscara-sagrada) para prisão de ventre.




UM POUCO DE HISTÓRIA

 


A utilização dos vegetais na prevenção e cura de doenças está registada em toda a História da humanidade: as plantas foram o primeiro medicamento do Homem.

No antigo Egito, os egípcios registaram em papiros o uso das plantas medicinais, há mais de 3300 anos antes de Cristo.

Em 1873, o egiptólogo alemão Georg Ebers encontrou um rolo de papiro. Após ter decifrada a introdução, foi surpreendido pela frase: “Aqui começa o livro relativo à preparação dos remédios para todas as partes do corpo humano”. Provou-se mais tarde que este manuscrito era o primeiro tratado médico egípcio conhecido.

Na China, as referências às plantas que têm sido encontradas são anteriores á Dinastia Ming (1500 A.C). Registos das plantas e do seu uso têm sido encontradas nos “oráculos dos ossos”, os meios de gravação de informação naquele tempo.

Ainda hoje na China, a Fitoterapia é a principal terapêutica ensinada nas universidades de Medicina Tradicional Chinesa, sendo mais exercida que a Acupuntura.

Na Índia, existiu uma civilização, os Vedas. Na sua medicina, denominada AYURVEDA, existem registos do uso da Fitoterapia há aproximadamente 4000 anos.

Na Mesopotâmia, onde a fitoterapia era profundamente estudada e praticada, ocorreu no Vale Mesopotâmio provavelmente a primeira experiência na área da preparação de medicamentos, com a produção de Ópio.

Na Babilónia, nos seus famosos jardins suspensos, eram cultivadas 64 espécies vegetais medicinais.

Na Grécia, herdaram e aperfeiçoaram-se os conhecimentos egípcios. Hipócrates reuniu a totalidade dos conhecimentos médicos do seu tempo no conjunto de tratados conhecidos pelo nome de Corpus Hipocratium, onde para cada enfermidade, descreve um remédio vegetal e o tratamento correspondente.

No início do séc. XVI, o médico suíço Paracelso, tentou relacionar as virtudes das plantas com as suas propriedades morfológicas, forma e cor.

Muitos países europeus, em especial os do leste europeu e a Alemanha, utilizam a fitoterapia com uma grande frequência. Aliás, foi na Alemanha, através da nova versão da Deustchen Arzneimittelgessetzes (AMG) (Legislação Alemã de Medicamentos), que entrou em vigor em 1º de janeiro de 1978 e promoveu o renascimento da fitoterapia.

Com isso, no final da década de 1970, a Organização Mundial da Saúde (OMS) cria o Programa de Medicina Tradicional, com objetivos de proteger e promover a saúde dos povos do mundo, incentivando a preservação da cultura popular sobre os conhecimentos da utilização de plantas medicinais e da Medicina Tradicional (BRASIL, 2006; WHO, 2002;)

A OMS recomenda aos estados-membros “o desenvolvimento de políticas públicas para facilitar a integração da medicina tradicional e da medicina complementar alternativa nos sistemas nacionais de atenção à saúde, assim como promover o uso racional dessa integração” (BRASIL, 2006). Para isso, são necessários promover a segurança, eficácia, qualidade, acesso e uso racional dessas práticas (WHO, 2002).

 

Fonte: http://mcfitoterapia.blogspot.com.br/2009/05/historia-da-fitoterapia.html

 

 





BENEFÍCIOS

 

 

    • A forma natural utilizada para manipular as plantas possibilitando maior aproveitando dos seus princípios ativos.

     

    •  Oferecem menos riscos de dependência química

     

    • Uma das vantagens da utilização da fitoterapia é a possibilidade de se utilizar uma única erva para tratar diferentes males ao mesmo tempo

     

     

     

    INDICAÇÕES

       

    A fitoterapia - aplicações:

    • Chás
    • Escalda-pés
    • Banhos
    • Cremes
    • Pomadas
    • Elixir
    • Cataplasmas
    • Outros

     

     

     

    Fitoterapia na Casa Estrelas Ciganas





    A Casa Estrelas Ciganas é filiada ao Sinaten – Sindicato dos Terapeutas Naturistas.

    Dalillá Ferrari tem mais de 20 anos como terapeuta.

    Os cursos ministrados no seu espaço são destinados a todos os que querem se desenvolvem para aplicar no seu dia-a-dia, como aperfeiçoamento como ser humano ou como formação para serem credenciados pelo Sinaten e exercer a atividade de terapeuta naturista.
    A carga horária mínima para tirar a carteira corresponde a 10 cursos dentro do portfólio da Casa Estrelas.

    A Casa Estrelas Ciganas trabalha com a fitoterapia em 3 linhas:

    1.Consulta individual com hora marcada.

    2.Curso de fitoterapia  em grupo conforme demanda ou individual. Grupos mínimos de 5 alunos aos finais de semana. Curso que faz parte da grade para o Sinaten. O curso de fitoterapia tem 3 módulos. Cada final de semana é realizado um módulo.

    3.Tratamento terapêutico: Tratamento é baseado no mapeamento energético dos 13 raios: total 16 sessões. Dentro deles a fitoterapia poderá ser aplicada conforme a necessidade do cliente. 

     

    INVESTIMENTO E AGENDAMENTO